[vc_row el_class=”postfirstparagraph”][vc_column][vc_column_text]João Pimenta faz o único desfile 100% de moda masculina no SPFW. Então ele já merece um troféu por conseguir, sozinho, movimentar um segmento que gira tão calmamente em torno de novidades. Acontece que novidades são o motor das passarelas, então para se manter relevante, seu esforço é dobrado. E foi nesse jogo de contrastes e sobreposições que ele sempre conduziu suas apresentações desde a Casa de Criadores até o SPFW: masculino e feminino, tradicional e moderno, leve e pesado…
A dualidade que ele aborda desta vez é entre o sagrado e o profano (me lembrou na hora o espetáculo “Gira”, do Grupo Corpo). Começa todo em branco, na camisaria transparente com amarrações na frente, nas calças amplas, túnicas longas e jaquetas esportivas… Depois vai pincelando com preto, correntes, estampa de fogo, pentagramas, malha de tela e cruzes invertidas.
Com este trabalho de vanguarda em alfaiataria, com desdobramentos em prêt-à-porter e streetwear, João Pimenta conseguiu se posicionar entre os grandes alfaiates de ternos de casamento (o segmento mais disputado deste mercado), mas sem perder sua linguagem de moda, nem sua narrativa criativa e subversiva, tão poética como soam as palavras ao descrevê-lo.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row el_class=”postfirstparagraph”][vc_column][vcex_image_grid columns=”7″ img_size=”full” lightbox_skin=”minimal” image_ids=”9331,9332,9333,9334,9335,9336,9337,9338,9339,9340,9341,9342,9343,9344,9345,9346,9347,9348,9349,9350,9351,9352,9353,9354,9355,9356,9357,9358,9359,9360,9361,9362,9363,9364,9365,9366,9367,9368,9369″][/vc_column][/vc_row]





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