[vc_row el_class=”postfirstparagraph”][vc_column][vc_column_text]O flamboyant Alessandro Michele ficou conhecido por levar à Gucci a ideia de gênero fluido. Homens vestidos de mulheres e vice-versa já tinham sido vistos antes na história da moda, mas foi a partir de 2015 que ele passou a pincelar as muitas nuances entre os extremismos de gênero.
A notícia de sua saída da Gucci mexe com a perspectiva da moda masculina internacional, já abalada pelo encerramento da marca própria de Raf Simons e, antes disso, pela morte precoce de Virgil Abloh, que vinha fazendo a coleção masculina Louis Vuitton. A Gucci de Alessandro Michele é não-binária no coletivo, não porque faz roupa de homens ou mulheres, de cis ou trans, mas porque dá a liberdade de que essas escolhas sejam feitas individualmente.
Ele que fez os meninos (hetero inclusive) se vestirem como vovozinhas, com lenço amarrado na cabeça, colar de pérolas e bolsas femininas. foi uma guinada brusca no estilo da marca, que tinha como histórico recente a estética do macho tóxico hiper sexualizado de Tom Ford e do nada passou a oferecer um estilo infantilizado e geek, que também subverte a lógica do luxo e da falsificação. o que será do mundo sem Lallo na Gucci?[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row el_class=”postfirstparagraph”][vc_column][vcex_image_grid columns=”6″ img_size=”full” lightbox_skin=”minimal” image_ids=”25797,25792,25790,25786,25793,25785,25791,25789,25788,25787,25794,25796″][/vc_column][/vc_row]





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